28/01/09 - Saindo da Praia do Gunga seguimos em direção ao município de Jequiá da Praia, distante poucos quilômetros dali.
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
quinta-feira, 29 de janeiro de 2009
Lagoa do Pau - Coruripe (Alagoas)
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Pontal do Coruripe - Coruripe (Alagoas)
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28/01/09 - O município de Coruripe fica em uma das regiões paradisíacas do litoral sul de Alagoas. Aqui é fabricado o artesanato de palha de ouricuri, motivo pelo qual encontramos muitas pessoas em frente de suas casas e muitas outras caminhando pelas ruas.
"O Pontal do Coruripe foi o primeiro local do Brasil a ser avistado por Pedro Álvares Cabral, que aqui atracou sua esquadra antes de seguir em
direção à Porto Seguro, no estado da Bahia. O piloto João da Nau Capitânia fala haver chegado ao paralelo 10º que são as terras do Pontal. Daqui rumou para o sul onde tomou posse do Brasil em nome do rei. O Pontal foi habitado por antigos escravos que dedicaram à pesca e ao fabrico de sal. Neste local foi o cenário histórico do naufrágio e morte do primeiro bispo do Brasil, Dom Pedro Fernandes Sardinha, em 1556 as margens do Rio Cururipe." (Pesquisa e texto: Prof. João R. Lemos)
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terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Viagem de carro pelo Nordeste - Foz do Rio São Francisco (Alagoas/Sergipe)
O encontro das águas é bastante tranquilo, não lembrando em nada a pororoca formada entre o Rio Amazonas e o mar.
No local em que encontra-se com o mar o Rio São Francisco tem largura de 900 metros (em função de um banco de areia), mas poucos metros antes sua largura chega a 2Km.
Conhecendo a Foz do Rio São Francisco de Carro: Durante a maré baixa é possível chegar-se de carro até o encontro das águas. O acesso é pela beira da praia a partir da Praia do Peba em um trecho de aproximadamente 19Km (38Km ida e volta).
Conhecendo a Foz do Rio São Francisco de Barco: Outra opção é fazer o passeio de barco a partir do município de Piaçabuçu. O percurso é de 12Km (24Km ida e volta).
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
Piaçabuçu (Alagoas)
28/01/09 - Chegamos em Piaçabuçu às 18h. Sabíamos que era daqui que saiam os passeios de barco para a Foz do Rio São Francisco e por isto fomos direto para a beira do rio.Logo na chegada fomos abordados "barqueiro da L" (barco Ru Reis II) oferecendo-se para levar-nos no dia seguinte para a foz do rio. O passeio seria apenas para nós, o que nos daria a comodidade de definir quanto tempo ficaríamos na foz. Após pechincharmos no preço baixamos de R$ 80,00 o casal para R$ 60,00. Agendamos o passeio para as 07:15h do dia seguinte, logo após o café da manhã.
A Pousada: O próprio barqueiro ofereceu-se para indicar uma pousada para ficarmos (Pousada e
Restaurante Santiago), a R$ 70,00 a diária. Fomos conhecer o local que fica bem em frente ao rio. A pousada é bem simples e o atendimento deixou a desejar, mas como era somente para uma noite fechamos negócio. No dia seguinte nos atrasamos para o passeio pois o café que estava marcado para as 7h ficou pronto uns 20 minutos depois.
Restaurante Santiago), a R$ 70,00 a diária. Fomos conhecer o local que fica bem em frente ao rio. A pousada é bem simples e o atendimento deixou a desejar, mas como era somente para uma noite fechamos negócio. No dia seguinte nos atrasamos para o passeio pois o café que estava marcado para as 7h ficou pronto uns 20 minutos depois.
Piaçabuçu: Na noite do dia 28, após nos instalarmos na pousada saímos a pé para conhecer Piaçabuçu, município de aproximadamente 15.000 habitantes que vive do Rio São Francisco (pesca e um pouco do turismo). As casas são todas de 1 pavimento e as paredes todas grudadas umas nas outras. Os terrenos não tem pátio na frente e as casas são construídas junto à calçada. Os terrenos tem entre 4,5m e 5 metros de largura e geralmente mais de 30m de comprimento.
Num primeiro momento achamos que não encontraríamos nada para comer à noite, mas logo encontramos uma grande diversidade de lancherias e bares funcionando à noite, todos voltados para os nativos de Piaçabuçu.
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domingo, 25 de janeiro de 2009
Passeio até a Foz do Rio São Francisco - Piacabucu (Alagoas)
29/01/09 - Logo cedo tomamos café e seguimos à procura do "barqueiro da L". Segundo o que ele nos havia falado na noite anterior levaríamos em torno de 45 minutos para chegar à Foz do Rio São Francisco. Fizemos nossos cálculos e chegamos à conclusão que se saíssemos às 07:15h + 45 min de ida + 45 min de volta + 1 hora na foz, estaríamos de volta à Piaçabuçu às 10h. Esta programação estava adequada à nossos propósitos visto que neste dia teríamos de cruzar todo o estado de Sergipe, conhecendo Ara
caju e dormir em algum lugar da Bahia, o mais próximo possível de Salvador, que estava a 460Km de distância de Piaçabuçu.Logo de início nossa programação sofreu atraso pois o café que estava marcado para as 7h acabou saindo somente às 07:30h.
Após o café fomos procurar o "barqueiro da L" que da noite anterior até a manhã seguinte havia mudado o nome do barco com o qual faríamos o passeio (deve ter passado a noite pintando o barco). Embarcamos no barco e iniciamos nosso passeio.
Menos de 100mts depois de saírmos do porto o motor de nossa embarcação parou e não ligou mais. Estávamos no meio do rio. Alguns minutos depois apareceu outra embarcação que parou para nos auxiliar. Nosso barqueiro pediu que seu colega nos levasse de volta para a margem do rio pois ele não poderia mais nos levar para a foz, o motor do barco estava sujo e não haveria condiçõe
s de fazer o passeio. Trocamos de embarcação e assim que nosso novo barqueiro tentou ligar o motor do barco rasgou a corda de partida do motor. A esta altura haviam 2 barcos parados no meio do rio.
s de fazer o passeio. Trocamos de embarcação e assim que nosso novo barqueiro tentou ligar o motor do barco rasgou a corda de partida do motor. A esta altura haviam 2 barcos parados no meio do rio.Alguns minutos depois nosso primeiro barqueiro consegue fazer o motor funcionar e trocamos novamente de embarcação. Rebocamos o 2º barco até a beira do rio. Neste momento o barqueiro propô-se novamente à levar-nos até a foz do Rio São Franscisco. Já era passado das 8h quando finalmente saímos em definitivo.
A foz do rio fica à 12Km de Piaçabuçu e chegamos lá após 1 hora de viagem. Caminhamos pelo lugar e presenciamo
s o encontro das águas do Rio São Francisco com o mar. Era maré baixa e o encontro das águas gerava apenas algumas pequenas marolas. No local existem muitas dunas de areia e quando as embarcações maiores chegam com os turistas formam-se diversas tendinhas que vendem alguns produtos (comida, bebida, artesanato). Tomamos um banho no Rio São Xico e após ficarmos 1 hora por lá iniciamos nossa viagem de volta.
s o encontro das águas do Rio São Francisco com o mar. Era maré baixa e o encontro das águas gerava apenas algumas pequenas marolas. No local existem muitas dunas de areia e quando as embarcações maiores chegam com os turistas formam-se diversas tendinhas que vendem alguns produtos (comida, bebida, artesanato). Tomamos um banho no Rio São Xico e após ficarmos 1 hora por lá iniciamos nossa viagem de volta.O caminho de de ida ou volta permite visualizar várias paisagens diferenciadas. No percurso existem dunas, palmeiras, manguezais, pescadores.
Na metade da viagem de volta o motor do barco mudou de velocidade e de som. Nosso
barqueiro, o "barqueiro da L" logo chamou minha atenção sobre o fato. Ele disse: "escutou este barulho? Ficou alguma coisa presa na L" (ou ele). Desta frase saiu o apelido que demos à ele. Ele quis dizer que algo havia ficado preso na hélice do barco. De imediato ele pulou na água, mergulhou e tirou o que estava preso na "L". Eram algas marinhas.
barqueiro, o "barqueiro da L" logo chamou minha atenção sobre o fato. Ele disse: "escutou este barulho? Ficou alguma coisa presa na L" (ou ele). Desta frase saiu o apelido que demos à ele. Ele quis dizer que algo havia ficado preso na hélice do barco. De imediato ele pulou na água, mergulhou e tirou o que estava preso na "L". Eram algas marinhas.A viagem de volta, por ser contra o sentido do rio levou 01:45h. O barco estava andando em média a 6Km/h, parecia não sair do lugar. Acabamos dormindo durante uma parte do trajeto.
Finalmente ao meio-dia chegamos novamente à Piaçabuçu. Pegamos nosso carro na Pousada e continuamos nossa viagem em direção à Sergipe.
sábado, 24 de janeiro de 2009
Joao Pessoa - Paraiba
23/01/09 - Chegamos à João Pessoa por volta das 15h e fomos direto à beira-mar, em direção à Praia de Tambaú onde sabíamos que havia uma Central de Informações Turísticas.
De lá seguimos em direção ao litoral norte, especificamente à ponta de Cabedelo onde assistiríamos o pôr-do-sol na Praia do Jacaré.
Nesta noite ficaríamos hospedados no município vizinho de Conde, na Praia de Jacumã, região onde estão as praias mais famosas da Paraíba.
Quando chegamos no Hotel Viking (20h) nos surpreendemos por sua estrutura. O nome não é por acaso, o hotel é temático e externamente parece um castelo medieval.
Penedo (Alagoas)
29/01/09 - Saímos de Piaçabuçu e seguimos em direção à Penedo, município de Alagoas com mais de 55 mil habitantes no qual pode ser feita a travessia de balsa do Rio São Francisco chegando-se na cidade de Neópolis em Sergipe. Via balsa o percurso até a BR-101 é de 46Km e se fôssemos pela estrada (seguindo a AL-225) seria de 76Km.
Logo na entrada de Penedo encontramos u
ma placa indicando "Penedo - Patrimônio Cultural e Arquitetônico do Brasil". Penedo foi fundada no ano de 1560 e guarda um importante registro histórido e cultural da colonização dos portugueses, holandeses e missionários franciscanos e por isto é conhecida como Ouro Preto do Nordeste.
Fomos até às margens do velho Chico para pegar a balsa e seguimos para Nilópolis..jpg)
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terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Viagem de carro pelo Nordeste - Chegamos ao Estado de Sergipe (Neópolis)
29/01/09 - Concluída a travessia da balsa que saíra de Penedo estávamos agora em Sergipe, na cidade de Neópolis.Paramos em um posto de combustível para pedir informações sobre a possibilidade de seguirmos para Aracaju pela rodovia SE-100 que localiza-se próxima da beira-mar ao invés de seguir pela BR-101 que corre bastante distante do litoral. Apesar de parecer que a distância a ser percorrida pela BR-101 seria maior do que pelo litoral (pela SE-100) as distâncias são de 105Km e 121Km respectivamente. O frentista nos desaconselhou a ir pela SE-100 dizendo que poderíamos nos perder e que a estrada não era boa. Ele não nos convenceu muito, mas acabamos indo pela BR-101 conforme sua sugestão.
Sabíamos que o Estado de Sergipe não era tão badalado quanto os outros estados nordestinos. Prova disto é que seu litoral tem 157Km e o primeiro município no litoral norte, Pirambu, está localizado a 55Km da divisa com Alagoas, restando apenas 102Km de "litoral turístico". Esta característica havia nos feito decidir que este seria o estado em que apenas visitaríamos de passagem, não dedicando muito tempo à ele.
Em alguns trechos da BR-101 pegamos estrada bastante irregular como à da foto ao lado.
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