A Laguna Cejar, de intensa cor esmeralda, contém grande quantidade de sal, o que torna possível boiar em suas águas.
A placa indicativa da Laguna Cejar
A estrada que dá acesso à Laguna Cejar
A Laguna Cejar
Pessoas boiando nas águas da laguna
Às 11h fizemos nossa primeira parada em um posto de aduana onde precisamos apenas carimbar o documento que havíamos recebido na Aduana de Arica.
Às 12h chegamos à Tocopilla, cidade nada bonita e que se não for ponto de passagem para outra cidade não vale a pena ser conhecida. De Tocopilla começamos a nos afastar do litoral nos dirigindo agora para Calama. No percurso avistamos trilhos de trem que vão de Tocopilla à Calama (ou Chuquicamata). Tocopilla tem aproximadamente 25 mil habitantes e fornece energia termelétrica para toda a chamada Região II do Chile.
Tocopilla ao fundo
Do nível do mar, em apenas 15 minutos já estávamos a 1.000mts de altitude. Às 13:30h avistamos uma estação de energia da Edelnor S.A., localizada a 2.900mts. de altitude. Anotamos o nome pois queremos saber qual o tipo de energia disponível no local (no meio do nada).
Às 13:40h chegamos na Mina de Chuquicamata, local em que tínhamos agendada a visita à "maior mina de cobre a céu aberto do mundo". Infelizmente por estar ocorrendo uma espécie de greve dos trabalhadores da mina a mesma encontrava-se fechada. Foi a segunda vez em dois anos que tentamos conhecê-la e não conseguimos (ficamos à disposição para divulgar fotos e relatos do local de quem já conheceu a mina de Chuquicamata).
Depois de abastecermos em Chuquicamata nos dirigimos à Calama onde pegaríamos a rodovia que segue à San Pedro de Atacama.
Às 15:20h passamos pelo Paso Barros Arana onde chegamos à altitude de 3.400mts.
Pouco antes de chegar à San Pedro de Atacama ("capital" do Deserto de Atacama) paramos no mirante do Vale de la Luna para algumas fotos.
Chegamos em San Pedro de Atacama às 16h e logo nos colocamos a procurar um hotel. Ficamos no prinmeiro que encontramos, o Hostal Puritama com diárias para casal em torno de 35.000 pesos chilenos (aproximadamente US$ 70).
Às 18h saímos do Hostal e fomos para o Vale de la Luna onde veríamos o pôr-do-sol.
A "vegetação" do Deserto do Atacama
A subida da duna do por-do-sol
A duna do por-do-sol
Por-do-sol no Vale de la Luna
Neste dia fizemos aproximadamente 525Km em 7 horas de viagem.
Iniciamos o dia caminhando pela beira-mar de Iquique aproveitando a faixa de areia lá existente. Diferentemente do litoral do Oceano Atlântico, no Pacífico, não encontram-se barracas ou bares (até mesmo restaurantes) na beira da praia. Além disto o mar é bastante gelado, quase impróprio para banho.
Apesar de tratar-se de Zona Franca não encontramos preços muito vantajosos, sendo que alguns preços que havíamos encontrado na Bolívia e Perú eram inclusive mais baixos (alguns bem mais baixos).
Como era domingo muitos galpöes da ZOFRI estavam fechados. Os artigos mais encontrados eram eletrônicos, perfumes e algumas lojas de roupas.
Saímos da Zona Franca de Iquique por volta das 18:30h e fomos até um Supermercado nos abastecer de comida e bebida para nosso almoço na estrada no dia seguinte.
Ao lado do Supermercado havia um shopping onde podia-se encontrar camioneta Mitsubishi L200 Triton 0Km a US$ 30 mil.