Mostrando postagens com marcador Mina de Chuquicamata. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mina de Chuquicamata. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Viagem à Machu Picchu - De Iquique (CHL) à San Pedro de Atacama (CHL)

04/01/2010 - Saímos de Iquique às 08:50h em direção à Tocopilla cidade também litorânea. Este trecho foi feito todo costeando o mar (Ruta 1), apesar de termos encontrado muitas subidas, descidas e curvas.


Estrada que costeia o litoral do Oceano Pacífico



lindas paisagens no percurso


Às 11h fizemos nossa primeira parada em um posto de aduana onde precisamos apenas carimbar o documento que havíamos recebido na Aduana de Arica.

Às 12h chegamos à Tocopilla, cidade nada bonita e que se não for ponto de passagem para outra cidade não vale a pena ser conhecida. De Tocopilla começamos a nos afastar do litoral nos dirigindo agora para Calama. No percurso avistamos trilhos de trem que vão de Tocopilla à Calama (ou Chuquicamata). Tocopilla tem aproximadamente 25 mil habitantes e fornece energia termelétrica para toda a chamada Região II do Chile.


Tocopilla ao fundo




Ruta que segue em direção à Calama


Do nível do mar, em apenas 15 minutos já estávamos a 1.000mts de altitude. Às 13:30h avistamos uma estação de energia da Edelnor S.A., localizada a 2.900mts. de altitude. Anotamos o nome pois queremos saber qual o tipo de energia disponível no local (no meio do nada).


Estrada que liga Tocopilla à Calama


Às 13:40h chegamos na Mina de Chuquicamata, local em que tínhamos agendada a visita à "maior mina de cobre a céu aberto do mundo". Infelizmente por estar ocorrendo uma espécie de greve dos trabalhadores da mina a mesma encontrava-se fechada. Foi a segunda vez em dois anos que tentamos conhecê-la e não conseguimos (ficamos à disposição para divulgar fotos e relatos do local de quem já conheceu a mina de Chuquicamata).


Chegada à Chuquicamata


Depois de abastecermos em Chuquicamata nos dirigimos à Calama onde pegaríamos a rodovia que segue à San Pedro de Atacama.

Às 15:20h passamos pelo Paso Barros Arana onde chegamos à altitude de 3.400mts.


Estrada para San Pedro de Atacama


Pouco antes de chegar à San Pedro de Atacama ("capital" do Deserto de Atacama) paramos no mirante do Vale de la Luna para algumas fotos.


Vista do Vale de la Luna



Vale de la Luna


Chegamos em San Pedro de Atacama às 16h e logo nos colocamos a procurar um hotel. Ficamos no prinmeiro que encontramos, o Hostal Puritama com diárias para casal em torno de 35.000 pesos chilenos (aproximadamente US$ 70).


Hostal Puritama



Logo na chegada à San Pedro de Atacama encontramos mais 4 neopetropolitanos: Roni e Dóris, Luciano (vilão) e Pity.


Neopetropolitanos no Atacama


Às 18h saímos do Hostal e fomos para o Vale de la Luna onde veríamos o pôr-do-sol.


Vale de la Luna



Travessia da caverna



A "vegetação" do Deserto do Atacama
A subida da duna do por-do-sol
A duna do por-do-sol

Por-do-sol no Vale de la Luna


Neste dia fizemos aproximadamente 525Km em 7 horas de viagem.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Fotos da Mina de Chuquicamata - Chile

Clique sobre a imagem para ampliá-la


Segue texto recebido da Codelco, empresa que explora a Mina de Chuquicamata, falando das visitas guiadas pela mina.


===================================================


Chuquicamata, noviembre de 2009

Para vuestra información

Visitas Guiadas en Chuquicamata

Codelco Norte cuenta con un programa de visitas guiadas al mirador de la Mina Chuquicamata que incluye además un breve recorrido por el campamento de Chuquicamata. Éstas se realizan de lunes a viernes, sólo en días hábiles, a las 14:00 horas. Estas vistas son para grupos reducidos de de hasta 6 personas. Para reservar cupos, los interesados deben enviar un correo electrónico a visitas@codelco.cl o llamar al teléfono (56) 55-322122.

Los visitantes deben presentarse en la entrada principal del Campamento minero de Chuquicamata, donde son recibidos por un profesional del área de Relaciones Públicas, quien los acompaña y guía en este recorrido. Es recomendable hacer las reservas con al menos una semana de anticipación. Sólo deben especificar el nombre y apellido del o los visitantes y teléfono de contacto.

Si el grupo supera los 06 pax; deben necesariamente arrendar un bus que esté autorizado para ingresar al perímetro área Mina Chuquicamata (Datos de contacto se dan al momento de confirmar la visita). Este tipo de actividades deben ser formalizadas al mail o bien al fono descritos arriba, con a lo menos 04 semanas de anticipación. Los horarios para este tipo de grupos, de acuerdo a nuestra disponibilidad, son: 12:00 y 16:00 hrs.

Por tratarse de un ingreso a un área industrial, los visitantes deben presentarse con pantalones largos, mangas largas y calzado cerrado (son permitidas las zapatillas deportivas). No cumplir con esta norma implica la cancelación del cupo y no realizar la visita.

CODELCO se reserva el derecho de suspender la visita cuando, por motivos de fuerza mayor, sea necesario (climáticos, operacionales o de otra índole). Esto puede ocurrir hasta pocos minutos antes de su visita programada.

La visita no tiene costo y sólo se solicita un aporte voluntario para la institución de beneficencia Chuqui Ayuda a la Infancia Desvalida, dinero que es recolectado por una de las voluntarias de esta organización, durante la visita.

Atentamente,

Dirección de Comunicaciones Externas & Asesoría a la Vicepresidencia
CODELCO NORTE - Fonos: 55-322 122 / 55-322 911

segunda-feira, 7 de janeiro de 2008

Mina de Chuquicamata - Chile

Chuquicamata, o buraco gigante de onde saem toneladas de cobre chileno


CHUQUICAMATA, Chile, Nov 22 (AFP) - Um gigantesco buraco onde é grande o vaivém de caminhões: essa é Chuquicamata, a maior mina aberta do mundo, que se tornou atração turística no deserto chileno e de onde partem milhares de toneladas de cobre com destino à China.

Todas as tardes, um ônibus da Codelco, a maior empresa mundial de cobre, deixa cerca de 50 visitantes em um mirante que oferece uma vista panorâmica da mina, situada no coração do deserto do Atacama (1.000 km ao norte de Santiago).

"Recebemos pelo menos 35.000 visitas por ano, 42.000 de estudantes e 2.000 de caráter técnico", explicou à AFP Patricio Huerta, do serviço de Relações Públicas.

Alguns são jovens viajantes, especialmente europeus, seguindo a rota do guerrilheiro argentino-cubano Ernesto "Che" Guevara, que justamente em Chuquicamata (em 1952) tomou conhecimento das duras condições de vida dos mineiros.

Em 90 anos de exploração industrial, Chuquicamata se ampliou, e a Codelco desenvolveu outras minas próximas, como Radomiro Tomic e Mina Sur. De qualquer modo, "Chuqui" continua sendo a mais impressionante, com seus 4,3 km de comprimento, 3 km de largura e 825 metros de profundidade.

A alta nas cotações mundiais do cobre e o poder da demanda chinesa são palpáveis em Chuquicamata, cujas instalações funcionam 24 horas por dia.

Jorge Tenorio, de 56 anos, vigia com um olhar atento a embalagem de grandes placas vermelhas de cobre saídas da fundição-refinaria, sobre as quais se coloca a menção "CCC" (Companhia Codelco Chile) antes de serem exportadas pelos portos de Antofagasta e Mejillones.

"Há um ou dois anos que os embarques são muito fortes para a Ásia, China e Coréia do Sul. Antes era sobretudo para os Estados Unidos e a Europa. Há missões chinesas, chineses que vêm ver a 'Chuqui'", diz ele.

"Tiram muitas fotos, fazem perguntas, vêem os nossos produtos. Também há engenheiros chineses que vêm verificar nossos produtos (...) São exigentes, mas nosso produto é de alto nível", defende Tenorio, que é chefe da unidade de embarques da refinaria do cobre.

A Codelco acelerou o desenvolvimento de sua seção norte (Codelco Norte), da qual Chuquicamata depende, para elevar a produção das três minas de Atacama de 900.000 toneladas por ano (65% da produção do grupo Codelco) para mais de um milhão de toneladas ao ano.

Além da modernização da refinaria e de duas novas minas em projeto (Mansa Mina e, possivelmente Gaby, esta última com a estatal chinesa Minmetals), as etapas seguintes prevêem escavar mais 300 metros em Chuquicamata e passar, até 2014, à exploração subterrânea da mina até 1,5 km de profundidade.

Não há temores de que o cobre se esgote: as concessões administradas pela Codelco Norte cobrem uma extensão de 60 km de comprimento por 35 de largura.

De acordo com o diretor de inovação tecnológica em Chuquicamata Norte, Leonardo Cornejo Figueroa, trata-se do maior potencial do mundo, "com mais de 17 bilhões de toneladas de recursos geológicos, com 3,5 bilhões de toneladas de reservas verificadas".

Isso significa que em 90 anos de exploração de Chuquicamata, apenas um terço do cobre da área terá sido extraído.


Reserve seu passeio de segunda a sexta-feira a partir das 14h pelo email visitas@codelco.cl.

Viagem ao Deserto do Atacama - Dia 10 - De Antofagasta à San Pedro de Atacama, passando por Pampa Union e Chuquicamata

De: Antofagasta (CHL)
Para: San Pedro de Atacama (CHL)
Distância Percorrida: 360Km

Comentários: Saímos de Antofagasta às 12hrs. Tiramos a manhã para descansar visto que a volta seria mais cansativa do que a vinda. Teríamos de fazer o caminho de volta ao Brasil em 1 dia a menos do que na viagem de ida ao Chile.

Após 1 hora de viagem chegamos a Estação Baquedano a 1.000 mts. do nível do mar. Este foi o dia com maiores oscilações de altitude. Saímos de Antofagasta no nível do mar e subiríamos até os 3.387mts. na estrada entre Calama e San Pedro de Atacama. Nesta cidade encontramos um pneu enorme que deveria ser de um dos caminhões utilizados na Mina de Chuquicamata. Como não sabíamos se conseguiríamos fazer a visita em Chuquicamata (era dia 01/01/08 - feriado) tiramos uma foto neste local.

Após 01:45hrs de Antofagasta (124Km de distância) chegamos ao Ex-povoado de Pampla Unión. Tratava-se de uma cidade fantasma (prédios completamente abandonados) que teve seus tempos áureos há quase cem anos atrás (1912 a 1952) chegando a ter 5.000 habitantes. Na época a cidade teve escola, registro civil, bombeiros, "lugares de diversão" e edição de 4 períodicos. O que podia-se ver eram os restos do que foi uma cidade que provavelmente viveu exclusivamente da retirada de sal.



Clique aqui para conhecer um pouco mais sobre o triste passado de Pampla Union.


Paramos neste povoado para conhecer o cemitério de uma legítima cidade fantasma. Como a cidade está abandonada o cemitério também estava. Em vários locais era possível ver os túmulos abertos com os restos de corpos à vista. Os moradores daquele local devem ter vivido momentos muito difíceis. Vale a pena ler o relato do link acima.




Dali saímos em direção à Chuquicamata, cidade que vivia unicamente da exploração de cobre e que desde 2004 foi evacuada em função do perigo de contaminação de sua população. Em Chuquicamata pode ser visitada a maior mina de cobre a céu aberto do mundo. Para agendar a visita é necessário acessar enviar email para a Codelco, empresa estatal que explora a mina (http://www.codelco.com/). As visitas ocorrem de 2ª a 6ª feira a partir das 14h.


.
Clique aqui para saber mais sobre a Mina de Chuquicamata.

Atualmente a cidade que chegou a ter 12.000 habitantes está deserta e em alguns anos deve seguir o mesmo caminho de Pampla Union. Todos os seus moradores tiveram de mudar-se para Calama a 16Km dali.
Infelizmente em função do feriado não haveria visita à mina no dia de hoje.
.


Segundo informações do vigilante os caminhões que transitam na mina tem capacidade para transportar 330 toneladas. Para efeito de comparação um caminhão brasileiro utilizado para transporte de cargas tem capacidade para 30 toneladas.

Apesar de já estarmos rodando na região há 1 semana ainda neste dia percebemos os efeitos da altitude em nós. Talvez por termos saído de uma altitude 0 (zero) em relação ao nível do mar e chegando a mais de 3.000 metros em um mesmo dia (questão de poucas horas) percebemos nitidamente o efeito da altitude em nós. Após passarmos Calama percebíamos uma sensação de náuseas/tontura. Para quem estava sentindo mais (dores de cabeça) o medicamento Alivium resolveu a situação em pouco mais de 10 minutos.

Nesta noite dormimos novamente no Hotel Don Raul em San Pedro de Atacama.


Próximo dia >>>>>

Seguidores